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FONTE*: Portal Terra - A adaptação da história em quadrinhos para formatos digitais e a transformação das tirinhas em direção à linguagem multimídia abrem novas perspectivas para o setor editorial, um dos mais atingido pelos downloads piratas. "A história em quadrinhos vai ser digital no futuro, porque os novos sistemas informáticos, como os tablets, são ideais para as histórias em quadrinhos", explica Álvaro Pons, curador da mostra Comics. A História em Quadrinhos Espanhola, que será exibida até o domingo no Festival Internacional da História em Quadrinhos de Angulema (França).

"Essa reconversão obrigará os autores a mudarem a linguagem e a maneira de fazer histórias em quadrinhos, embora essa transição não aconteça de forma violenta pela própria natureza da história em quadrinhos, a base de muito desenho e textos curtos", acrescenta Pons, que também é responsável pelo site (lacarceldepapel.com).

No entanto, grande parte da oferta digital de histórias em quadrinhos se limita a oferecer uma cópia digital do formato impresso, que, por sinal, não é muito mais econômica do que a versão em papel. O autor e editor Joaquim Aubert Puigarnau, conhecido como Kim, (Prêmio Nacional da História em Quadrinhos em 2010) propõe que os preços sejam adaptados em relação à edição digital ou que sejam criadas tarifas fixas para os usuários acessar o conteúdo exclusivo das editoras.

 

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FONTE*: DCI - O incentivo ao uso da propriedade intelectual como diferencial competitivo é o principal objetivo do acordo de cooperação firmado nesta segunda-feira (30) entre o presidente do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), Jorge Ávila, e o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, Julio Bueno.

Ávila disse à Agência Brasil que esse tipo de acordo que vem sendo assinado com os estados brasileiros visa a "fazer com que universidades, instituições de pesquisa, empresas de qualquer porte entendam como funciona a proteção da propriedade intelectual no Brasil e tirem o maior partido possível disso".

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FONTE*: Portal Terra - O Ministério de Interior e Comunicação japonês começou a distribuir arquivos falsos através de redes P2P que alertam sobre a ilegalidade de executar downloads de conteúdos protegidos por direitos autorais. A iniciativa, em parceria com a Associação Nacional de Radiodifusão Comercial do país, usa a rede "peer-to-peer" (do inglês "ponto a ponto"), usada por programas como Napster e Kazaa que permite a troca de arquivos entre PCs conectados e muito popular para download de filmes e músicas. As informações são do site 20 Minutos.

O Japão proíbe o download de arquivos protegidos por direitos autorais desde março de 2010. Enquanto outros países, como Estados Unidos com o Sopa, Espanha com a Lei Sinde e França com a Lei Hadopi, lutam contra a pirataria de uma forma mais restritiva, o país oriental optou por uma iniciativa para tentar sensibilizar a população a evitar os downloads. Ao abrir o arquivo falso, o usuário recebe um alerta sobre a ilegalidade da prática de baixar conteúdo protegido.

O ministério afirmou em nota que até o momento a prática tem tido uma avaliação positiva dos usuários.

*Matéria publicada em 30/01/2012

 

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FONTE*: INPI - Após bater recorde de pedidos de marcas e patentes no ano passado, o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) está reduzindo a expectativa de prazo médio para análise de patentes no Brasil. Este período foi reduzido de 8,3 anos em 2010 para 5,4 anos em 2011, o que representa uma variação de 35% em apenas um ano. Em 2006, este prazo era de 11,6 anos. De lá pra cá, verificou-se uma queda acumulada de 53%.

Vale lembrar que este cálculo é feito da seguinte forma em todos os anos: ele considera o número de pedidos na fila e a capacidade de decisão do INPI. Isso significa que pedidos depositados no 1º semestre de 2011 devem ser examinados até 2016. No entanto, como a demanda por patentes é crescente, também é preciso ampliar a capacidade do INPI, contratando mais examinadores. O Instituto estima que precisa ampliar seu quadro de especialistas em 130% para atingir a meta de examinar patentes em quatro anos até 2015, conforme previsto no Plano Brasil Maior, do Governo Federal. Isso proporcionará maior segurança, valor e competitividade às patentes no país.

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FONTE*: Portal Terra - A venda de música digital aumentou 8% em 2011, apesar da crise e da incidência da pirataria, segundo o relatório anual da Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, na sigla em inglês), que ressalta que o mercado mundial da música digital já representa um terço do total (32%).

Os números não foram suficientes, no entanto, para evitar outro declínio anual no mercado geral - dos US$ 16,7 bilhões movimentados em 2010 para US$ 16,2 milhões.

O documento, apresentado nesta segunda-feira em Londres, desenha um panorama positivo, apesar de, como advertiu o responsável executivo do IFPI, Frances Moore, "é preciso fazer mais" para erradicar a pirataria que, junto com a crise, segue prejudicando a indústria.

 

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